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O herpes simples
tipo I que geralmente ocorre nos lábios ou
perioral, com a presença de “pequenas bolhinhas”
agrupadas sobre uma base inflamada e que
recidiva com certa freqüência.
São alterações desconfortantes que podem ou não
vir acompanhadas de queda do estado geral e até
uma febre pouco elevada. Pode também infeccionar
por bactérias agravando o quadro clínico e os
gânglios afetados (íngua).
Outras regiões da
pele também podem ser afetados como os olhos por
exemplo.
Existe uma 2ª
forma de herpes simples que seria do tipo II,
que acomete mais a região genital e próxima a
ela.
Evidentemente
devido aos hábitos sexuais diversos, hoje
podemos encontrar o tipo I na região do II e
vice-versa. Alguns
fatores podem aumentar a frequência ou alterar a
gravidade de cada surto, como doenças
debilitantes e imunodepressoras como a diabetes,
AIDS e afecções onde o paciente tenha que se
utilizar de quimioterápicos.
Exposições solares, vida irregular (sono,
cansaço, muita atividade psiquíca e/ou física)
podem gerar facilidade da instalação da doença,
ou recidivas de surtos.
Doenças outras
como o herpes zoster, popularmente conhecido
como “cobreiro” talvez pelo nome inicial causem
muita confusão com o herpes simples, mas
trata-se de doença não recidivante, grave e
extensa que acomete uma faixa de seguimento
cutâneo. Hoje com
os cuidados preventivos, orientações
específicas, drogas antivirais de uso tópico e
sistêmico, consegue-se conviver com esta virose
de uma forma bem mais aceitável.
Para que isto possa ocorrer, na vigência da
afecção que tenha estas características, deve o
paciente orientar-se através do conhecimento de
um Dermatologista.
Normalmente a palavra herpes resulta em certa
apreensão ao paciente de maneira geral.
Todavia ela por si só não define muita coisa e
por vezes é extremamente confundida com outras
afecções dentro da população em geral.
O herpes simples é uma doença viral que afeta
mais frequentemente a pele e distingui-se em
duas variantes.
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